Hoje em dia, falar sobre saúde mental é algo bem mais comum do que era há alguns anos. O tabu que existia sobre o assunto está praticamente no passado, e as pessoas começaram a perceber que cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo.
No entanto, com o uso excessivo das redes sociais, surgem algumas preocupações sobre como essas plataformas podem afetar nossa saúde mental. Se, por um lado, elas nos conectam com amigos, familiares e até com pessoas que compartilham dos mesmos interesses, por outro, trazem um lado obscuro repleto de comparações e julgamentos.
É sobre essa complexa relação, que é ao mesmo tempo positiva e desafiadora, que vamos falar hoje. Neste artigo, você vai conferir dados atualizados e percepções dos brasileiros sobre as redes sociais e como elas impactam a saúde mental.
A relação entre as redes sociais e saúde mental
As redes sociais são muito presentes na vida dos brasileiros, conectando usuários e conteúdos. No meio de posts e likes, essas plataformas também têm o poder de influenciar nossa saúde mental de maneiras tanto positivas quanto negativas.
O impacto disso é real: de acordo com a pesquisa Saúde Mental em Foco, mais da metade dos brasileiros afirmam que as redes sociais afetam sua saúde mental de alguma forma. Para muitos, esse efeito não é muito bom. A pressão para se mostrar feliz, bem-sucedido e se encaixar em padrões muitas vezes irreais, com certeza, mexe com o emocional.
Mas nem tudo é negativo. Muitas pessoas também veem as redes sociais como uma fonte importante de apoio: 53,2% das pessoas acreditam que as redes sociais podem ser boas fontes de informação sobre saúde mental. Ou seja, essas plataformas também são veículos importantes de disseminação de conteúdos educativos, campanhas de conscientização e até mesmo conexão com profissionais da área.
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